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8 sept 2014

O MUNDO AMARELO

ESPINOSA, ALBERT. O Mundo Amarelo: Acredita nos Teus Sonhos e Eles Realizam-se. [El mundo amarillo]. Trad.  Gomes, Alberto. Lisboa: Presença, 2013. ISBN: 978-972-23-4992-5.

Sinopse:
A vida de Albert Espinosa mudou quando tinha 14 anos e lhe diagnosticaram um cancro. Aos 15 amputaram-lhe a perna esquerda, e, até aos 24, quando foi dado como curado, retiraram-lhe ainda o pulmão esquerdo e extraíram-lhe parte do fígado. Mas, como o próprio diz: «O cancro tirou-me as coisas materiais […] mas deu-me a conhecer muitas outras coisas que nunca teria conseguido descobrir sozinho.» Este é o livro onde o autor partilha as experiências e os ensinamentos que o ajudaram a viver feliz mesmo nas circunstâncias mais difíceis. O sucesso desta obra tem sido contagiante, registando sucessivas edições, milhares de exemplares vendidos e direitos adquiridos por mais de uma dezena de países. O Mundo Amarelo deu também origem a uma série televisiva em Espanha, cujos direitos de adaptação nos Estados Unidos foram comprados pela produtora Dreamworks, de Steven Spielberg.

Mais informação:
http://www.albertespinosa.com/

TUDO O QUE PODERÍAMOS TER SIDO TU E EU SE NÃO FÔSSEMOS TU E EU

ESPINOSA, ALBERT. Tudo o que poderíamos ter sido tu e eu se não fôssemos tu e eu [Todo lo que podríamos haber sido tú y yo si no fuéramos tu y yo]. Trad. Clemente, Cláudia. Lisboa: Babel, 2011. ISBN: 978-989-28-0080-8.

Sinopse:
"Não sei se o meu dom me encontrou a mim ou eu a ele. O meu dom… É difícil de explicar. Como aprendi a utilizá-lo é ainda mais estranho de relatar. Como acabei por trabalhar para Eles, acho que também não é nada simples de explicar. Mas quero contar-vos. Há coisas, pequenos detalhes, que formam parte de nós próprios e nos fazem ser como somos. E o dom era algo que me definia. Ainda que o utilizasse muito pouco. Fazia-me sentir mais vivo. Se estivesse a usar o dom quando vi a rapariga do Espanhol talvez não tivesse sentido o mesmo por ela. O que senti foi primário, foi muito autêntico. Como podia ter tantas saudades dela sem a conhecer? O ser humano é mágico e indescritível. Sentia algo especial ao voltar a recordá-la. Aquela confiança não deve surgir entre desconhecidos mas que às vezes existe e é mais intensa do que a que sentimos por alguém que faz parte do nosso ambiente há mais de vinte anos. Ela não se tinha apercebido da minha presença, não tinha sentido que os meus olhos não se tinham afastado dos dela nem por um instante"

Mais informação: