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17 sept 2014

PARAÍSO INABITADO

 MATUTE, ANA MARÍA. Paraíso Inabitado. [Paraíso inhabitado]. Trad. Abreu, Maria do Carmo. Lisboa: Planeta, 2009. ISBN: 978-989-677-040-8.

Sinopse:
«Nasci quando os meus pais já não se amavam», recorda Adriana, muito depois de tudo ter sucedido. Por isso, a criança cria um paraíso próprio, povoado por amigos imaginários e uma família escolhida por ela. «Uma das minhas mais antigas recordações remonta à noite em que vi correr o Unicórnio que vivia emoldurado na reprodução de uma famosa tapeçaria. Com assombrosa nitidez, vi-o começar a correr e desaparecer por um canto da moldura para reaparecer de imediato e retomar o seu lugar: lindo, branquíssimo e enigmático.» Esta felicidade por medida vê-se perturbada quando Adriana tem de iniciar o período escolar e entrar definitivamente no mundo dos adultos, um meio que lhe é estranho quando não hostil. No entanto, resta sempre um refúgio sob as brilhantes estrelas escondidas nos cristais do lustre do salão. Autêntica obra-prima na impecável trajectória de Ana María Matute, Paraíso Inabitado coloca-nos no território do misterioso original, e fechamos o livro invadidos pelo pressentimento de que houve um tempo em que também fizemos parte dessa realidade obscura, invisível, maravilhosa.

Mais informação:
http://es.wikipedia.org/wiki/Ana_Mar%C3%ADa_Matute

A TORRE DE VIGÍA

MATUTE, ANA MARÍA. A Torre de Vigía. [La torre vigía]. Trad. Coelho, Sérgio. Lisboa: Planeta, 2011. ISBN: 978-989-657-226-6.
Sinopse:
Torre de Vigia é o primeiro romance da trilogia medieval de Ana María Matute.
Decorrendo numa Idade Média mítica, mágica e sensual, trata-se de um singular romance de cavalaria, onde se narram, na primeira pessoa e com uma sensibilidade moderna, os anos de formação e de aprendizagem de um jovem cavaleiro, no decurso de um enredo repleto de heroísmo, superstição e barbárie.  
A descoberta do mundo e os conflitos inerentes, a memória, a saudade e a dificuldade para estabelecer relações na infância e na adolescência marcam os primeiros anos do jovem cavaleiro, preso a um mundo onde tudo se rege por instintos primários e febris e no qual o amor, o ódio, a violência, a solidão, a crueldade e a nostalgia, alternando-se, desvelam um universo inquietante e misterioso, sem deixar de se revelar selvagem e passional.

Mais informação:
http://es.wikipedia.org/wiki/Ana_Mar%C3%ADa_Matute