Vistas de página en total

Mostrando entradas con la etiqueta Vila-Matas. Enrique. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta Vila-Matas. Enrique. Mostrar todas las entradas

27 jul 2014

CHET BAKER PENSA NA SUA ARTE

VILA-MATAS, ENRIQUE. Chet Baker Pensa Na Sua Arte. [Chet Baker piensa en su arte]. Trad. Miranda das Neves. Porto: Teodolito, 2013. ISBN: 978-989-8580-13-9.



Sinopse
É meia-noite, em fundo toca Bela Lugosi’s Dead, do grupo Nouvelle Vague, e nem sequer a música me impede de pensar nessa realidade «bárbara, brutal, muda, sem significado, das coisas» de que falava Ortega. Olho pela janela e vejo a vida inerte, e parece-me que esse tipo de realidade bárbara e muda é especialmente percebida hoje por quem - como já Musil pensava - acha que no mundo não existe já a simplicidade inerente à ordem narrativa, essa ordem simples que consiste em poder dizer às vezes: «Depois de aquilo ter acontecido aconteceu isto, e depois aconteceu outra coisa, etecetera».  
Tranquiliza-nos a simples sequência, a ilusória sucessão de factos.

Mais informação
http://www.wook.pt/authors/detail/id/14660

PERDER TEORIAS

VILA-MATAS, ENRIQUE. Perder Teorias. [Perder teorías]. Trad. Fallorca, Jorge. Porto: Teodolito, 2011. ISBN: 978-989-97474-0-1.


Sinopse
Numa viagem para um congresso em Lyon, em França, o escritor tentou contactar os responsáveis do evento, mas não conseguiu. Assim, sozinho noutro país, o que lhe restou foi esperar que entrassem em contacto com ele no quarto do hotel. Na solidão do seu quarto redige uma teoria geral da novela, incidindo especialmente em cinco elementos «irrenunciáveis, imprescindíveis» que devem reunir os textos para pertencerem ao novo século, enquanto a organização que o convidou para Lyon continua sem o contactar. De regresso a Barcelona, parece ter descoberto a futilidade de todo o ensaio e de toda a viajem e quem sabe também a futilidade de tudo, de modo que acabará por destruir a teoria.

Mais informação


AR DE DYLAN

VILA-MATAS, ENRIQUE. Ar de Dylan. [Aire de Dylan]. Trad. Miranda das Neves. Porto: Teodolito, 2012. ISBN: 978-989-97474-8-7.

Sinopse
Um prolífico escritor vai a um extravagante congresso, para o qual recebeu convite, com alguma estranheza e uma certa inquietação. No mesmo encontro, participa, em lugar do pai recentemente falecido, Vilnius, um jovem criativo com um certo ar de Dylan, que tem como objectivo último da sua vida alcançar o mais total e absoluto fracasso, tema que preside ao invulgar congresso. Mas fracassar absolutamente não é nada fácil. Que fazer? Nada? Ou pedir ajuda? O escritor, por sua vez, deseja pôr um ponto final na sua já vasta obra e atingir o mutismo radical e definitivo. Fascinado por Vilnius, segue-lhe o percurso e observa-lhe os estratagemas para chegar ao fracasso. É possível que, com a sua improvável união, rodeados e isolados por uma teia de personagens, consigam ter sucesso nas suas buscas. Talvez o sucesso não seja o que em geral se pensa. Assim, fracasso e sucesso deixariam de ser antónimos, para se transformarem numa mesma coisa.

Mais informação
http://es.wikipedia.org/wiki/Enrique_Vila-Matas

DIÁRIO VOLÚVEL

VILA-MATAS, ENRIQUE. Diário Volúvel. [Dietario voluble]. Trad. Fallorca, Jorge. Lisboa: Teorema, 2009. ISBN: 9789726958758.

Sinopse
Este livro, pretenso diário, baseia-se no caderno pessoal de EnriqueVila-Matas. Trata-se de um diário literáriocom origem na leitura, uma obra escrita desde o próprio centro da escrita. Combina os comentários sobre livros lidos com a experiência e a memória pessoal, e vai propondo o desaparecimento de certas fronteiras narrativas e abrindo caminho para a autobiografia ampla, sempre na busca de que o real seja visto como espaço idóneo para albergar o imaginário e assim romancear a vida. Diário Volúvel não se afasta, de resto, dos procedimentos literários mais habituais em Vila-Matas, onde as diferenças estilísticas entre livros de ficção e colecções de ensaios são cada vez menos relevantes e mais fieis a uma feliz linha de literatura híbrida e fragmentária na qual os limites se confundem sempre e a realidade baila na fronteira com o fictício, e o ritmo apaga essa fronteira.

Mais informação
http://www.enriquevilamatas.com/obra/l_airededylan.html

DUBLINESCA

VILA-MATAS, ENRIQUE. Dublinesca. [Dublinesca]. Trad. Fallorca, Jorge. Alfragide: Teorema, 2011. ISBN: 9789726959519.


Sinopse
Samuel Riba considera-se o último editor literário e sente-se perdido desde que se retirou. Um dia tem um sonho premonitório que lhe indica claramente que o sentido da sua vida passa por Dublin. Convence então uns amigos para irem ao Bloomsday e percorrerem juntos o próprio coração do Ulisses de James Joyce. Riba oculta aos seus companheiros duas questões que o obcecam: saber se existe o escritor genial que não soube descobrir quando era editor e celebrar um estranho funeral pela era da imprensa, já agonizante pela iminência de um mundo seduzido pela loucura da era digital. Dublin parece ter a chave para a resolução das suas inquietações. Neblina e mistério. Fantasmas e um humor surpreendente. Enrique Vila- Matas regressa com um romance que parodia o apocalíptico ao mesmo tempo que reflecte sobre o fim de uma época da literatura. Um romance deslumbrante, aberto às mais diversas leituras, uma verdadeira prenda povoada de surpresas. Simplesmente genial.

Mais informação
http://es.wikipedia.org/wiki/Enrique_Vila-Matas